{"id":2674,"date":"2018-03-12T19:15:45","date_gmt":"2018-03-12T19:15:45","guid":{"rendered":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/?p=2674"},"modified":"2018-03-12T19:16:37","modified_gmt":"2018-03-12T19:16:37","slug":"pela-primeira-vez-em-quase-um-milenio-mais-mulheres-sao-aceitas-em-oxford","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/pela-primeira-vez-em-quase-um-milenio-mais-mulheres-sao-aceitas-em-oxford\/","title":{"rendered":"Pela primeira vez em quase um mil\u00eanio, mais mulheres s\u00e3o aceitas em Oxford"},"content":{"rendered":"<p>\n\tA Universidade de Oxford, uma das mais importantes institui&ccedil;&otilde;es de ensino do Reino Unido, foi not&iacute;cia por algo digno de comemora&ccedil;&atilde;o. Pela primeira vez em quase um mil&ecirc;nio, a institui&ccedil;&atilde;o aceita mais mulheres do que homens. S&atilde;o 1.070 mulheres contra 1.025 homens admitidos. As primeiras mulheres come&ccedil;aram a ser aceitas no s&eacute;culo XIX, em 1920 elas foram autorizadas a receber seus diplomas, mas at&eacute; 1974 ainda existiam cursos apenas masculinos.\n<\/p>\n<p>\n\tA presen&ccedil;a de mais mulheres nas universidades &eacute; um grande avan&ccedil;o e uma tend&ecirc;ncia mundial de acordo com pesquisa do Higher Education Policy Institute (HIPE), da Gr&atilde;-Bretanha. Se essa tend&ecirc;ncia continuar, uma menina nascida em 2016 tem 75% mais probabilidade de entrar em um curso superior do que um menino.&nbsp;<br \/>\n\tA pesquisa aponta que a probabilidade de ir para a universidade &eacute; baseada no desempenho no ensino fundamental e m&eacute;dio, sendo que as meninas t&ecirc;m ido melhor em ambos. Em 2016, existiam quase 300 mil mulheres a mais na universidade do que homens.&nbsp;<br \/>\n\tUma das teorias desenvolvidas pela pesquisa &eacute; que as mulheres s&atilde;o mais beneficiadas ao fazer um curso superior. A diferen&ccedil;a de remunera&ccedil;&atilde;o entre mulheres graduadas e n&atilde;o-graduadas &eacute; muito maior do que quando se compara a remunera&ccedil;&atilde;o entre homens graduados e n&atilde;o-graduados.&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tNo Brasil, dados da &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lio (Pnad) do IBGE mostram que 18,8% das mulheres economicamente ativas j&aacute; completaram ao menos um curso superior. Entre os homens, este n&uacute;mero cai para 11%. Elas ganham dos homens tamb&eacute;m entre os brasileiros com ensino m&eacute;dio completo: 39,1% contra 33,5%.\n<\/p>\n<p>\n\tEntre os candidatos aprovados em 2016 no Sisu, 57% eram mulheres. Entretanto, por mais que o desempenho das mulheres brasileiras nos estudos seja superior ao dos homens, a remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia deles no mercado de trabalho continua sendo maior, e essa diferen&ccedil;a se alarga conforme o tempo dentro das institui&ccedil;&otilde;es de ensino. As mulheres com cinco a oito anos de estudo recebem por hora 24% a menos que os homens com mesma escolaridade. Para 12 anos de estudo ou mais, essa diferen&ccedil;a entre g&ecirc;neros atinge 34%.\n<\/p>\n<p>\n\tPouco a pouco, por&eacute;m com muito debate, conscientiza&ccedil;&atilde;o e reinvidica&ccedil;&otilde;es, mulheres est&atilde;o conquistando seus direitos. Sabemos que as mulheres conquistaram muito, mas ainda t&ecirc;m muito mais a alcan&ccedil;ar. Siga o blog da WK3 Ag&ecirc;ncia de Marketing e Publicidade e fique por dentro das not&iacute;cias e saiba mais sobre not&iacute;cias e curiosidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade de Oxford, uma das mais importantes institui&ccedil;&otilde;es de ensino do Reino Unido, foi not&iacute;cia por algo digno de comemora&ccedil;&atilde;o. Pela primeira vez em quase um mil&ecirc;nio, a institui&ccedil;&atilde;o aceita mais mulheres do que homens. S&atilde;o 1.070 mulheres contra 1.025 homens admitidos. As primeiras mulheres come&ccedil;aram a ser aceitas no s&eacute;culo XIX, em 1920 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2675,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2674","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2674","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2674"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2674\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2676,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2674\/revisions\/2676"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2675"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2674"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2674"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/wk3.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2674"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}