É possível ter privacidade na web?

Você já deve ter percebido, mas não custa ressaltar: a sua internet não é igual à de todo mundo. A sua internet tem a sua cara. Ela leva até você conteúdo personalizado. Conteúdo buscado e, portanto filtrado com as suas preferências. Mas será que ela leva até você aquilo que você quer e realmente precisa? Qual o preço dessa personalização?

A forma como cada um usa a internet dá origem a bolhas personalizadas de conteúdo, que existem graças aos algoritmos – conjunto de regras para executar uma tarefa ou resolver um problema. “Os algoritmos deixaram de funcionar como uma receita tradicional de bolo e se adaptaram ao gosto do freguês; esta pessoa quer um bolo só de maçã, mas a outra também quer canela”, explica Fábio Gandour, cientista-chefe do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil.

A tendência dessa personalização é a internet trabalhar cada vez mais para o usuário se esforçar cada vez menos, por isso hoje quando alguém pesquisa um produto a publicidade segue a pessoa durante a navegação através de um sistema que insiste em mostrar o produto pelo qual o usuário já demonstrou interesse.

Quanto mais detalhada a identidade digital do internauta, mais os sites conseguem oferecer anúncios direcionados, porém isso tem um preço: privacidade. Se você quiser preservar a sua terá que interagir de outra maneira ao conectar-se à internet, seja voltando a armazenar arquivos em pen drives ao invés de plataformas de nuvem ou tendo um celular que só faz ligações, em vez de um smartphone.

É uma escolha; informação personalizada vem ao custo de privacidade.

 

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